Schuster lança Coleção Memória e Imaginário

ScCA Schuster acaba de lançar a coleção 2016, Memória e Imaginário. Com mais de 50 peças criadas por 16 escritórios, a linha apresenta móveis e acessórios que fazem uma reverência aos mestres do design nacional.

A história da Schuster permeia pelos mais variados elementos da cultura nacional e internacional, materializados em suas coleções, todas assinadas pelos designers mais conceituados do Brasil. Nas últimas linhas, a empresa de móveis gaúcha teve como premissa reforçar suas raízes e sua filosofia, já que em 2017 ela completa 50 anos de existência e pretende alçar novos desafios.

“Em 2014 fizemos uma introspecção na essência e origem da Schuster, para identificar seus valores e aspectos mais fortes. Era o início de uma avaliação com objetivo definido: chegar em 2017 com um posicionamento forte e claro”, define Mila Rodrigues, designer e diretora de criação da Schuster.

Para 2016, a indústria, com sede na pequena cidade de Santo Cristo, Rio Grande do Sul, partiu da reflexão sobre a influência dos mestres do mobiliário, das artes e da arquitetura nacionais na criação de produtos nos dias atuais. A busca pelas raízes continua nesta nova coleção, uma vez que a Schuster sempre procurou valorizar sua história e a origem do Brasil.

“Conhecer as árvores, as espécies de pássaros que habitam cada uma delas, como é seu veio, resistência, tonalidade, cheiro, sem nem mesmo abrir o tronco. Esse conhecimento é intrínseco e transmitido, pelas gerações, com certo toque de romantismo e poesia. Estar em uma cidade pequena, rodeada por natureza, faz com que os moradores da região de Santo Cristo cresçam e convivam com as características naturais”, comenta Mila. Esta ponte foi fundamental para que se chegasse ao tema da coleção deste ano, “Memória e Imaginário”, onde o resgate das raízes da própria empresa e da origem do design nacional resulta em peças criativas e autorais.

Arquitetos como Oscar Niemeyer e Gregori Warchavchik, John Graz, os designers Joaquim Tenreiro e Jorge Zalzsupin, o icônico Sergio Rodrigues, a visionária Lina Bo Bardi, o saudoso Bernardo Figueiredo (lembrado em três peças desta coleção), são algumas das inspirações para a coleção Memória e Imaginário. O resultado não poderia ser diferente: mais de 50 peças desenhadas com maestria por diversos escritórios de design e executadas com primor pela Schuster, que, como em todas as coleções, utiliza técnicas da mais alta marcenaria, fazendo valer a tecnologia em técnicas inovadoras junto com a tessitura da cultura artesã no acabamento e no cuidado com cada produto.

A já conhecida parceria da Schuster com renomados escritórios de design se repete nesta coleção. Jovens talentos do desenho nacional dão continuidade à tradição de desenvolverem móveis, luminárias e outros acessórios com personalidade e coerência temática, um feito que trouxe destaque à marca entre o segmento de mobiliário assinado. Além de designers como Zanine de Zanini, Lattoog, Fernanda Brunoro, Rejane Carvalho Leite, novos escritórios fazem parte do seleto time de criativos. Salvi e Giorgi e Henrique Schreiber criaram peças exclusivas para a nova coleção.

PRODUTOS COLEÇÃO MEMÓRIA E IMAGINÁRIO

Scuster

Amélia Tarozzo

Banco Ibirapuera: O desenho, de traçado geométrico e linguagem arquitetônica, foi inspirado nos pilares dos edifícios do parque do Ibirapuera em são Paulo, projetados por Oscar Niemeyer. Linhas retas e desenho limpo o tornam atemporal. Foi criado para servir como alternativa de recamier. A estrutura de madeira maciça faz dele uma peça marcante e imponente, quase um elemento escultórico para compor qualquer ambiente com elegância e simplicidade.

Cadeira e Poltrona Lisboa: A inspiração veio da influência dos portugueses no mobiliário nacional, que trouxeram o uso da palhinha nos móveis. Também na arquitetura moderna da década de 50 de linhas retas, planos e pilotis que transformou a história do mobiliário brasileiro, adequando-os a esta nova estética que exigia peças delgadas, limpas, leves e com uso de pés palito.

Buffet Marie: O buffet Marie busca simplificação formal, versatilidade, extrema leveza e elegância. O foco está na mistura de materiais nobres como a madeira com veios marcados, “catedrais” bastante desenhadas e o metal com espessura delicada, quase imperceptível. Os pés delgados, com aplicações de metal, provocam a leveza tão buscada na concepção. Não se trata de uma caixa, mas de uma estrutura arquitetônica funcional e espaçosa.

Bernardo Figueiredo

As três novas peças que esse ano são reeditadas vêm para engrossar a linha do designer, responsabilidade de produção da Schuster desde 2011. Todas elas foram desenhadas nos anos 60.

Poltrona Milhazes: A poltrona Milhazes foi executada e batizada com o nome do mestre marceneiro que auxiliava Bernardo em suas criações.

Estante BF: A estante foi criada para atender à solicitação de familiares e amigos que sentiam a necessidade de uma peça para atendê-los. Nos registros fotográficos, existem algumas variações dela, fáceis de perceber que o designer estava procurando, além das soluções personalizadas para cada um, a forma mais eficiente de execução. A peça reeditada foi a que ele executou para ter em sua residência.

Carrinho multifuncional BF: O carrinho nasceu da necessidade de uma peça que atendesse ao designer em várias funções. Então o rodízio se tornou fundamental para ter função dos dois lados. Há gavetas e portinhas funcionais e com diferentes proporções nas duas faces do móvel. O tampo desliza para ambos os lados, se tornando um apoio para escrever. Ao deslizar o móvel uma caixa fica aparente para fazer as vezes de mais uma gaveta.

 

Carlos Alexandre Arralde

Aparador P&B: Peça com linhas retas, inspirada na arquitetura moderna dos anos 50, pensada para ser totalmente produzida nas técnicas da antiga marcenaria e assim valorizar a madeira.

Bar Carrello: Inspirado nas carruagens, meio de transporte da saga de muitas gerações. Faz uso de linhas simples e valorização das formas geométricas básicas e bem definidas.

Mesa hall Cruzada: Mesa com pés em madeira, tampo em MDF laminado, inspirada no trançado das tribos indígenas, por sua acessibilidade e abundância de matéria-prima. Os tramados indígenas são de grande importância histórica e cultural do nosso país, pois assumem formas que narram as lendas dos nossos mitos originais e contam a história das tribos indígenas.

 

Eduardo Baroni

Mesa de jantar Trez: O desenho imponente, de linhas retas e acabamentos contrastantes, reverencia a arquitetura moderna e os grandes mestres do mobiliário brasileiro dos anos 60.

Em2 Design

Banco Cavalete: Inspirado no trabalho de Celso Martinez Carrera e sua cama Patente, que foi um divisor de águas na história do mobiliário brasileiro. Com visual leve, pés delicados e detalhes imponentes, o banco possui assento com os lugares marcados que dão diferenciação ao tratamento da madeira. Seus pés funcionam também como apoio de braço e nele a sutil escavação alivia o perfil da madeira. Para complementar a estética, trazer estabilidade e a resistência necessária, a trava sob o assento foi pensada em metal fininho e delicado.

Poltrona Newton: A poltrona foi criada a partir de um estudo sobre a obra de Jean Gillon e faz uma homenagem ao seu trabalho. Utilizando elementos da marcenaria clássica e inserindo a corda de travamento do tecido do encosto, quisemos lembra as antigas cordas de nylon utilizadas nas jangadas e no trabalho mais icônico deste célebre arquiteto e designer de móveis. O assento e encosto formados pelo tecido em estilo “saco” trazem conforto extra e o despojamento desejados.

 

Fernanda Brunoro

Mesa de centro Nie: A vanguarda modernista, somada à beleza da sinuosidade encontrada na natureza e na arquitetura brasileira, foi rica fonte de inspiração para esta peça. A mesa de centro é formada pela união de curvadas conchas de madeira, conferindo um efeito de leveza e de brasilidade ao produto. Ela também pode ser concebida com uma das conchas em chapa de aço Corten, promovendo grande sofisticação estética.

 

Fixtti

Banco Cena: O banco faz o contraste entre o exterior extremamente geométrico e linhas bem definidas, com a parte superior confortável e aconchegante. Os pés de madeira sustentam o banco por fora do estofado. Seu estudo nasceu para ser apoio de pés da poltrona Cena e por isso o banco traz os mesmos elementos da Poltrona lançada em 2015, mas ainda se sustenta independente e pode ser utilizado para compor ambientes sem estar vinculada à poltrona.

Banco Pique: Série de 3 bancos e 1 mesinha lateral em metal, madeira e estofado. Nestas peças a combinação bem equilibrada dos materiais e a composição entre elas são os elementos que marcam a identidade da linha. São peças que podem ser usadas individualmente ou em composições em ambientes diversos.

 

Henrique Schreiber

Luminária Oca: Projetada a partir de estudos que direcionavam às origens da cultura brasileira, a luminária de piso tem sua temática embasada na cultura material indígena, prestando uma homenagem aos povos que originalmente ocupavam o território brasileiro. Em referência às estruturas rústicas e funcionais formadas entre galhos e cipó, materiais extraídos das matas e empregados pelos povos primitivos na construção dos mais diversos artefatos, a luminária possui sua estrutura em madeira maciça torneada, simbolicamente “amarrada” pelo próprio cabo elétrico.

Ivan Rezende

Bancada de trabalho Catete: A concepção da Mesa Catete parte de suas linhas simples e sua aparente simplicidade estrutural. Vencendo um grande vão, são desafiados os limites do material, apesar de sua estrutura interna. Os apoios da mesa se fazem por dois pés, que cumprem suas funções cada qual de maneira diferente: encaixe e apoio. Sua estruturação teve como elemento desafiador o vão largo, que somado à presença das gavetas e dos rasgos no tampo, se fez necessária a execução de um “esqueleto interno”, garantindo sua firmeza sem interferir no desenho e rigor geométrico da mesa.

Lattoog

Cadeira Gradeada: É o resultado de uma busca pela síntese do diálogo entre linhas retas, curvas e planos. Seus perfis são mantidos inalterados ao longo de toda a estrutura da poltrona, fazendo uma alusão direta aos primeiros esboços feito pelos designers ao conceber esta peça.

Luminária de mesa Delicat: Nesta proposta, três diferentes materiais se integram para conformar esta luminária de mesa. Uma especial atenção foi dada aos detalhes no intuito de buscar a máxima delicadeza no seu resultado final.

Luminária de mesa Pirulito –/ arandelas Gávea, Laranjeiras, Catumbi: Para a criação das luminárias Pirulito nos inspiramos mais uma vez nos motivos gráficos dos gradis e cobogós presentes nas fachadas da arquitetura carioca. Lembrando esses elementos arquitetônicos, as luminárias Pirulito deixam a luz entrar através desses grafismos. O produto foi projetado em dois tamanhos e três motivos gráficos que levam nomes dos bairros cariocas que serviram de inspiração para os designers ao projetar essa peça. Além disso está disponível nas versões arandela – que é pendurada na parede – e luminária de mesa – com um suporte de metal.

Luminária de piso Totem: Nesta luminária de piso, um mecanismo que articula duas cúpulas permite o controle da intensidade de luz no ambiente. Uma peça engenhosa, porem simples, que revela movimentos e surpresas ao buscar o controle da luz no espaço.

Mesa centro Extratos: Esta mesa é composta por uma sequência de planos superpostos e apoiados sobre uma estrutura central. A ideia foi fazer com que os planos passassem a impressão de estar flutuando.

Mesa lateral Arlequim: Seu nome foi dado pela semelhança de sua estrutura com a forma de um chapéu de Arlequim – o personagem de um estilo teatral conhecido como Commedia dell’Arte, nascido na Itália do século XVI, mas ainda assim esses traços leves e curvos que se encontram não escondem a inspiração nos arcos de Niemeyer.

Mesa lateral e mesa de jantar Barril: O diálogo entre dois materiais e dois métodos construtivos distintos se encontram para definir a geometria monolítica desta base de mesa, que ora revela transparências e brilho, ora revela opacidade e a riqueza da superfície da madeira.

Mesa lateral e centro Brick: Aqui a função de revisteiro é agregada à função de mesa trazendo uma combinação harmoniosa de diferentes materiais. O jogo de volumes cheios e vazados de linhas puras e simplistas são a amarração à linguagem da arquitetura modernista brasileira.

Mesas laterais e luminária Bulbo: Este conjunto formado de duas mesas laterais e uma luminária brinca com os volumes entre as três peças e entre os materiais. As curvas sinuosas da madeira fazendo transparências e contrastes com o metal contam a estória do conjunto.

Mesa lateral Nest: Um monolito de madeira maciça torneada pousa levemente sobre um pódio de metal entrelaçado, leve e delgado. Essa relação entre as duas formas, entre esses dois materiais distintos, entre o volume robusto e o volume delicado, define esta peça.

Mesas laterais Tribo: Conjunto de mesas laterais em madeira maciça torneada. Neste projeto foram utilizados também tingimentos na madeira com tons bem leves que deixam os veios da madeira à mostra. Uma certa característica primitiva no desenho foi percebida pelos designers, que resolveram batizar o conjunto de Tribo.

Mesa de Jantar Labirinto: A sucessão de ripas ortogonais que define a complexa estrutura desta mesa fez a associação da forma final a um “labirinto tridimensional”, daí vem o nome. O desafio é a busca em dar resistência a um conjunto de madeiras delicadas que sustentam um tampo imponente de madeira, assim uma mesa de grandes proporções consegue se manter leve e elegante.

Sofá Pend: Esta proposta de sofá procura valorizar ao máximo a estrutura em madeira maciça exposta como berço para o estofado limpo e de extremo conforto. As seções robustas da madeira tratadas com sinuosidade e cortes secos valorizam a modernidade da linguagem. A mesma preocupação permeou o tratamento dado ao estofado, sinuosidade com cortes secos definindo seu perfil com clareza. Já os braços, usualmente simplificados, recebe uma manta fofa envolvendo a madeira e convidando o usuário a experimentar seu conforto.

 

Leandro Garcia

Biombo Ripas: Inspirado nos biombos do mobiliário moderno brasileiro e internacional, mas buscando uma nova dinâmica de composição entre suas partes. Elementos verticais de madeiras maciças diversas, com diferentes seções, agrupados em uma lógica que resulta em curva. A peça autoportante pode ser utilizada em qualquer posição.

Buffet Blocos: Como uma caixa, o bloco maior agrupa blocos menores de diferentes dimensões e funções, resultando em cheios e vazios, que podem receber ou não novas peças e acessórios, bem como os espaços vazios podem também ser ocupados por itens de decoração. Seu desenho leva à síntese extrema o desenho do mobiliário moderno, assim como remete à arquitetura moderna brasileira em sua vertente brutalista, que principalmente se deu em São Paulo.

Buffet Folhas: Inspirado nos diversos desenhos formados pela disposição das folhas de madeira naturais utilizadas em marchetaria no mobiliário. Seus grafismos remetem também aos painéis de azulejos da arquitetura, como os de Athos Bulcão. O desenho orgânico, naturalmente característico dos veios da madeira, contrasta com a disposição geométrica das folhas, valorizando a tradicional técnica de marchetaria.

Buffet Quadros: Inspirado no desafio de gerar harmonia no encontro de diferentes materiais na mesma peça. Tem sua caixa em madeira e as portas revestidas em couro, recebendo como requadro de acabamento uma moldura generosa de metal.

Mesa de Centro Barras: Inspirada nas estruturas do mobiliário moderno brasileiro, essa mesa recebe e destaca o desenho e a solução nas poucas peças que compõem sua estrutura. Evidenciado pela orientação alternada das barras de travamento, o desenho explora as relações de horizontalidade e verticalidade, reforçadas pelos pontos metálicos de fixação. Além das opções de diferentes acabamentos de madeira para os tampos e pés.

 

Maria Cândida Machado

Buffet Antonieta: Com puxadores embutidos no tampo, o buffet é uma peça que se faz leve ao ter como característica de construção sua caixa apoiada a apenas dois pés nas extremidades.

Mesa de centro Vito: Segue uma proposta constante no trabalho da designer; criar móveis que possuam espaços internos. A ideia é permitir uma apropriação do produto – uma mesa de centro que possa se tornar uma pequena livraria e abrigar uma linda coleção que nos traga lembranças, velhos álbuns de fotografias, revistas, tudo aquilo que nossa imaginação consiga enxergar em suas gavetas.

 

Pedro Useche

Banco Prosa: Nasce da ideia de uma conversadeira na qual os usuários ficam totalmente de frente, obtendo um resultado estético bastante interessante e pouco convencional pela proporção alongada. Construída com a somatória de ripas de madeira entre cruzadas gerando leveza visual.

O Block: É um sistema modular de estofados que permite diversas variações de composição com poucos componentes, base simples e dupla, respaldar e braço, fixos na mesma estrutura.  Esteticamente despojado e convidativo para um sentar descontraído.

Rejane Carvalho Leite

Cadeira Cinta: A estrutura em madeira maciça recebe assento e espaldar estofados que privilegiam o conforto. Os braços em madeira multilaminada moldada confere sofisticação à peça.

Cadeira Maria Bonita: Uma homenagem à primeira mulher a participar de um grupo de cangaceiros. O espaldar e o assento são uma capa em couro combinado com diferentes materiais que confere o conforto e resistência necessários. O detalhe fica por conta do fechamento da capa do encosto que se dá por ilhoses e tira de couro tramada em cruz.

Luminária Sol: Luz do Sol – principal fonte de energia da Terra: este foi o princípio da ideia desta linha de luminárias que procura, através da forma, do uso dos materiais e da tecnologia, lembrar o que a estrela maior emite quando nasce e se põe no horizonte todos os dias.

Mesa jantar Mangue: Cenário presente em todo o litoral brasileiro, o mangue é referência nesta peça. A estrutura em madeira maciça, trabalhada de forma única, sugere o movimento das raízes expostas no manguezal de forma irregular e orgânica.

Mesa lateral Karaokê: 3 peças tocando a mesma música, mas em notas diferentes. Tampo fininho e leve com pé de madeira volumosa e torneada bem como pé de aço com tampo em madeira.

Poltrona e banqueta Kana: Geometria simples e essencial. A estrutura de madeira maciça desta poltrona forma um gabarito o qual recebe uma peça única de palha, conferindo leveza ao volume. No resultado final muita brasilidade em linhas novas. Os braços trabalhados com volumes generosos de madeira maciça finalizado com todas as arestas curvas para ser gostoso ao toque.

Soldadinhos: Proposta lúdica de servir, iluminar, apoiar, segurar ou simplesmente fazer companhia. O Soldadinho está sempre à disposição em qualquer hora do dia.

A linha é 100% construída em madeiras de demolição, visando a reutilização de madeiras esquecidas pelo tempo e dando a elas uma nova função. A utilização da madeira de demolição faz da proposta uma peça única e cada soldadinho tem sua personalidade. Isto fica por conta da disponibilidade das madeiras encontradas e das suas cicatrizes enfatizadas. Cada soldadinho possui seu RG e suas próprias marcas. Para preservar as características naturais da madeira e deixá-las mais evidentes, óleos naturais dão seu acabamento.

Salvi e Giorgi (novos parceiros)

Linha Oscar – cadeira e mesa de centro: Foi desenhada buscando clareza de linguagem e leveza de forma, muito associada a uma certa ‘elegância cool’ brasileira. Assim, define-se estruturalmente a partir de um dimensionamento mínimo das madeiras utilizadas em sua construção. As curvas que definem todos seus encontros de partes remetem àquelas da arquitetura de Niemeyer.


Zanini de Zanine

Linha Lenzicadeira e poltrona: Um olhar contemporâneo da antiga cadeira portuguesa em palhinha, muito encontrada no Brasil. Pensada para ambientes modernos e elegantes, a peça, apesar de leve, é extremamente resistente.

Linha Quadri_ Cadeira e Poltrona: Surge da ideia de fragmentar encosto e assento. De simples estruturação, tem intuito de gerar uma estética não convencional.

As fotos  podem ser encontradas no link
http://1drv.ms/1PXbaQQ

About Dina Barile

Recebi o título de Doutora em Viajologia, depois de viajar por 127 países e pisar em todos os continentes. Sou a primeira e única mulher brasileira a ter estado na ESTRATOSFERA. Experimentei a Culinária de todos os países por onde passei. Expert nos temas Turismo, Gastronomia e Beleza, convido todos os leitores para um Passeio Turístico e Gastronômico por todos os Continentes.

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