Mateus Solano e Miguel Thire estreiam SELFIE, dia 02 de Setembro no Teatro Renaissance

Selfie2 Depois do sucesso em 2014 e 2015 no Rio de Janeiro, a comédia com Mateus Solano e Miguel Thiré estreia em São Paulo, dia 02 de setembro no Teatro Renaissance.

Com direção de Marcos Caruso e texto de Daniela Ocampo, a comédia fala da febre contemporânea da autoexposição e da necessidade de estar on line acompanhando em tempo real tudo e todos

ESTREIA: dia 02 de setembro (6ªf), às 21h30

LOCAL: Teatro Renaissance

Alameda Santos, 2233, Piso E1 – Jardins / SP (estacionamento: Valet service) / Tel: 11 3069-2286

HORÁRIOS: 6ª às 21:30, sábado às 20h30 e domingo às 18h30 / INGRESSOS: R$ 80,00 e R$ 40,00 (meia entrada) / Compre Ingresso: 11 2626-8038 / Bilheteria: terça a quinta, das 14h às 20h e sexta a domingo, das 14h até o início do espetáculo / Formas de Pagamento: dinheiro, débito ou cartão de crédito (Visa, Mastercard, Diners, American Express) / DURAÇÃO: 70 min / GÊNERO: comédia / CAPACIDADE:  440  espectadores / CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 14 anos / TEMPORADA: até 18 de dezembro

A partir de 02 de setembro, o megassucesso “SELFIE“, comédia estrelada por Mateus Solano e Miguel Thiré, volta à cena, agora pela primeira vez em São Paulo, no Teatro Renaissance. A peça, que já ultrapassou a marca dos 100.000 espectadores em mais de 150 apresentações, é uma idealização do produtor Carlos Grun junto aos dois atores, tem direção de Marcos Caruso e texto de Daniela Ocampo (roteirista do programa “Tá no Ar: a TV na TV”, de Marcelo Adnet e Marcius Melhem, TV Globo).

Mateus Solano está atualmente no ar como o Intendente Rubião da novela das 23h “Liberdade, Liberdade” (TV Globo), e Miguel Thiré está voltando de uma temporada em Portugal, onde morou durante o primeiro semestre de 2016 para atuar na novela “A Impostora”, de Antonio Barreira, na emissora local TVI. Marcos Caruso, por sua vez, estreia no Rio de Janeiro seu primeiro espetáculo solo em mais de 40 anos de carreira – “O Escândalo Philippe Dussaert“, de Jacques Mougenot, no Teatro Maison de France.

 

SelfiePOR QUÊ “SELFIE”?

Pessoas fotografando continuamente a si mesmas, registrando em detalhes cada passo de suas rotinas. A onipresença do grupos no celular, o ranking de curtidas nas redes sociais. As relações distorcidas entre as pessoas e o que elas buscam com essa exposição, a interferência avassaladora da tecnologia na comunicação, num tempo em que mais se tecla do que se fala. Esta observação do comportamento contemporâneo somada às reflexões e indagações acerca dos valores sociais e morais contidos nos meios de comunicação, foram o ponto de partida para a criação de uma comédia ágil e dinâmica, em que Mateus Solano e Miguel Thiré interpretam personagens rapidamente reconhecíveis por todos nós.

Marcos Caruso, diretor convidado, e trabalhando pela primeira vez com a dupla, se entusiasmou pela discussão e pelo processo criativo propostos por Mateus e Miguel: O que me move para aceitar um trabalho no teatro é a paixão por uma ideia.  Dirigir SELFIE me proporciona discutir um tema extremamente contemporâneo.  Tenho absoluta certeza de que o excelente texto de Dani Ocampo, as deliciosas e impecáveis interpretações de Mateus Solano e Miguel Thiré, somados à qualidade da equipe que compõe este espetáculo, levarão a plateia a momentos de muita diversão, emoção e reflexão sobre uma questão fundamental da sociedade atual.”

SINOPSE

A peça conta a história de Claudio, (Mateus Solano) um homem superconectado que armazena toda a sua vida em computadores, redes sociais e nuvens. Debruçado sobre o projeto de criar um sistema independente para armazenamento de todos os dados de uma pessoa num único lugar, vê seu sonho ir água abaixo quando deixa cair um café em seu equipamento, que sofre uma pane e apaga tudo momentos antes de entrar no ar. Ele então torna-se um homem sem passado, já que não se lembra de nada, pois toda sua memória era virtual. A partir daí, Claudio inicia uma saga em busca da memória perdida, recorrendo a vários personagens de sua vida (onze, ao todo, vividos por Miguel Thiré) para reconstituir sua história.

 

A MONTAGEM

A ambientação, concebida por Marcos Caruso, é limpa e se concentra no trabalho dos atores. Os únicos elementos em cena são o revestimento do chão – um linóleo retangular com bordas arredondadas, remetendo ao formato de um tablet – e dois pequenos módulos cilíndricos brancos, manipulados pelos atores, com diferentes usos ao longo da ação. As mudanças de ambiente ganham vida aos olhos do público através do intenso trabalho corporal dos atores, apoiado pelo desenho de luz de Felipe Lourenço.

Os figurinos de Sol Azulay são macacões básicos azuis, que aludem às vestes de um operário. A direção musical e a trilha sonora são de Lincoln Vargas. Miguel Thiré se desdobra em onze personagens que interagem com Claudio, personagem de Mateus Solano, ao longo da ação.

 

A CRÍTICA DISSE

“Os atores se complementam, como bufões da atualidade, e garantem a qualidade do espetáculo com suas inteligentes interpretações. (…) O diretor Marcos Caruso imprime dinâmica às cenas, capaz de manter o ritmo em velocidade de cruzeiro, a salvo de qualquer turbulência ou ameaça de queda nos dois atos.” (Macksen Luiz, O Globo) O GLOBO INDICA

“Sob direção inventiva de Marcos Caruso, a dupla sugere objetos de cena através de mímicas e sonoplastias, em um intenso trabalho de corpo. (…) Figura naturalmente catalisadora em cena, Solano confirma seu reconhecido talento e encontra na versatilidade de Thiré um impagável contraponto.” (Rafael Teixeira, Veja Rio) VEJA RIO RECOMENDA

“Com relação ao espetáculo, Marcos Caruso impõe à cena uma dinâmica cuja expressividade decorre não apenas de marcas criativas e imprevistas, mas também da maravilhosa performance dos dois intérpretes, tanto no que diz respeito à palavra articulada quanto ao universo gestual, aí incluindo-se as passagens (quase todas) em que os objetos são recriados através de esmerada mímica.” (Lionel Fischer, jurado dos Prêmios APTR e Cesgranrio de Teatro)

“Neste trabalho, especialmente, ambos estão exageradamente fantásticos (aqui, o exagero cabe e é bem-vindo), demonstrando um incrível trabalho de corpo (expressão facial e corporal) e de sonoplastia ao vivo, numa precisão merecedora de todos os créditos elogiosos.” (Gilberto Bartholo, crítico e jurado do Prêmio Botequim Cultural)

“Os gestos são limpíssimos, precisos na expressão dos detalhes. O olhar e o tom de voz são claros, hábeis em construir os diversos níveis de cada ponto da narrativa. Na meritosa de direção de Caruso, os movimentos criam a poética de cada cena, sem perder-se no desafio alcançado de unir momentos cômicos, reflexões mais profundas e beleza estética.” (Rodrigo Monteiro, jurado do Prêmio APTR de Teatro)

 

DO INÍCIO, EM 2014, ATÉ AQUI

“Selfie”, em inglês, é um neologismo com origem no termo self-portrait, que significa autorretrato, e dá nome às fotos clicadas por aparelho celular e compartilhadas na internet. Em 2013, o verbete selfie” foi eleito a palavra do ano, segundo o blog da Oxford University Press, ligado à universidade inglesa de mesmo nome. Esta escolha foi motivada pela constatação de que este verbete cresceu 1.7000% em 2013, o que confirma o seu status de uma das palavras mais procuradas em um ano.

O fenômeno estimulou e inquietou o produtor Carlos Grun, que se uniu a Mateus Solano e Miguel Thiré – os dois atores são parceiros artísticos desde 2007, quando conceberam e atuaram na comédia “Dois Pra Viagem”, que ficou anos em cartaz – para idealizar e conceber o projeto.

A peça estreou em 2014 no Rio de Janeiro, lotando por três meses o Teatro Miguel Falabella. Em seguida, encerrou o Festival de Curitiba de 2015 com um dos maiores públicos já reunidos pelo evento: 6.500 espectadores em dois dias e três sessões do festival. O sucesso se repetiu nas cidades brasileiras por onde a peça se apresentou, e ao longo de 2015 em sua segunda temporada carioca, lotando sessões com uma semana de antecedência e se transformando num fenômeno de sucesso.

 

FICHA TÉCNICA

Idealização: Carlos Grun, Mateus Solano e Miguel Thiré

Texto: Daniela Ocampo

Direção: Marcos Caruso

Elenco e personagens:

Mateus SolanoClaudio

Miguel ThiréPaulista, o amigo técnico / Solange, a mãe / Amanda, a namorada / Álamo, o amigo maconheiro / o Empresário / Suzana Souza, a apresentadora de TV / o Barman / a Mulher do Bar / o Deputado / o Menino / Inocêncio, o velho (personagens por ordem de entrada em cena)

Figurinos: Sol Azulay

Desenho de Luz: Felipe Lourenço

Direção Musical e Trilha Sonora: Lincoln Vargas

Preparação Corporal: Arlindo Teixeira

Fotos: Vitor Zorzal e Guga Melgar

Design Gráfico: Bruno Dante

Patrocínio: Algar Telecom

Produção: Carlos Grun – Bem Legal Produções

Assessoria de imprensa: João Pontes e Stella Stephany – JSPontes Comunicação

 

MARCOS CARUSO – diretor

Marcos Caruso atuou em mais de 35 peças teatrais, entre elas os grandes sucessos “Intimidade Indecente” , de Leilah Assumpção (inicialmente ao lado de Irene Ravache, e depois com Vera Holtz) e “Em Nome do Jogo” de Antony Shaffer (inicialmente ao lado de Emilio de Mello, e depois com Erom Cordeiro). Atualmente prepara-se para estrear seu primeiro monólogo, “O Escândalo Philippe Dussaert“, no Teatro Maison de France, Rio de Janeiro.

É autor de 10 textos, entre eles o fenômeno “Trair e Coçar é só Começar“, este ano completando 30 anos em cartaz. A peça integrou várias edições do Guinness Book como recordista da temporada mais longa, e já foi adaptada para o cinema com direção de Moacyr Goes, e para a TV em série com roteiro do próprio Caruso, exibida pelo canal Multishow.

Por “Sua Excelência o Candidato” ganhou o Prêmio Shell de Melhor Autor em 1993, e por “Porca Miséria” o Prêmio Mambembe de Melhor Autor em 1994.

Dirigiu as peças “S.O.S. Brasil” e “Brasil S.A.”, ambas de autoria do empresário Antônio Ermírio de Moraes (1928-2014). Mais recentemente dirigiu “Família Lyons“, de Nicky Silver, indicada aos Prêmios Shell e Cesgranrio, com Rogerio Fróes e Suzana Faini à frente do elenco; e “Selfie“, que finalmente chega a São Paulo.

Na TV, atuou em mais de 30 produções, entre elas as novelas “Avenida Brasil“, “A Regra do Jogo”, “Mulheres Apaixonadas”, “Páginas da Vida”, “Cordel Encantado”, “Jóia Rara”, a nova versão da “Escolinha do Professor Raimundo” (como Seu Peru, personagem de Orlando Drummond na versão original); as séries “Chapa Quente”, “O Canto da Sereia”, entre outras tantas, na TV Globo. Escreveu a novela “Ana Raio e Zé Trovão” (a primeira e única novela itinerante da teledramaturgia brasileira, exibida na extinta TV Manchete), e dirigiu o programa “Fala Dercy”, no SBT, com Dercy Gonçalves.

No cinema, atuou em mais de 10 filmes, entre eles “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Andre Klotzel; “Polaroides Urbanas”, de Miguel Falabella; “Irma Vap – o retorno”, de Carla Camurati; e recentemente em “Obra Prima”, de Daniel Filho; “Operações Especiais”, de Tomás Portella; e “O Escaravelho do Diabo”, de Carlo Milani. Escreveu quatro roteiros, entre eles “O Casamento de Romeu e Julieta”, dirigido por Bruno Barreto.

 

DANIELA OCAMPO – autora

Daniela Ocampo é roteirista do programa “Tá no Ar – a TV na TV”, de Marcelo Adnet e Marcius Melhem, na TV Globo; e diretora de peças teatrais de comédia importantes como “Lente de Aumento”, de Leandro Hassum, e “Z.É – Zenas Improvisadas”, de Fernando Caruso, Marcelo Adnet, Gregório Duvivier e Rafael Queiroga.

Foto: Vitor Zorzal

About Dina Barile

Recebi o título de Doutora em Viajologia, depois de viajar por 134 países e pisar em todos os continentes. Sou a primeira e única mulher brasileira a ter estado na ESTRATOSFERA. Experimentei a Culinária de todos os países por onde passei. Expert nos temas Turismo, Gastronomia e Beleza, convido todos os leitores para um Passeio Turístico e Gastronômico por todos os Continentes.

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